
Banana Reef
Atóis de MaléBanana Reef é um recife em forma de banana a 20 minutos de lancha de Malé, um dos primeiros pontos mergulhados das Maldivas.
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Maldivas2 pontos de mergulho
Dá para mergulhar o ano inteiro, em água de 28 a 30 °C. De dezembro a abril, o mar fica mais calmo e a visibilidade vai de 25 a 40 metros. De maio a novembro, o plâncton a reduz a 15 ou 25 metros. O Kandooma Thila e os canais do sul pedem o Advanced.
Em Maafushi, o mergulho custa US$ 50 com tudo incluído, e dez saem por US$ 430. Em Hulhumalé, a saída de barco com dois mergulhos custa US$ 180. A taxa verde é cobrada a cada noite: US$ 6 em pousada, US$ 12 em hotel-ilha ou em cruzeiro.
O atol de Malé Norte cerca o aeroporto de Velana: é o único lugar das Maldivas onde você mergulha no mesmo dia da chegada. Hulhumalé é ligada ao aeroporto por uma ponte. Maafushi, a uns trinta quilômetros, é servida pelas lanchas públicas e pela balsa.

Banana Reef é um recife em forma de banana a 20 minutos de lancha de Malé, um dos primeiros pontos mergulhados das Maldivas.

Kandooma Thila é um pequeno pináculo do atol de Malé Sul, com topo a 12 ou 13 metros e areia a 35 ou 40.
O atol de Malé Norte cerca a capital e o aeroporto de Velana: é o único lugar das Maldivas onde você mergulha no mesmo dia da chegada. De Hulhumalé, a ilha nova ligada ao aeroporto por uma ponte, os centros saem de lancha para o Banana Reef, a 15 ou 25 minutos de mar. Ele foi um dos quinze primeiros pontos protegidos do país, em 1995. As lanchas também vão ao HP Reef, ao Okobe Thila e à estação de limpeza de Lankan Manta Point.
Os hotéis-ilha do atol têm cada um seu centro e seus pontos próprios. Na Dive Club Maldives, em Hulhumalé, a saída de barco com dois mergulhos custa US$ 180, um mergulho sai por US$ 100 e três, por US$ 260.
Ao sul do canal de Vaadhoo, o atol de Malé Sul é mais estreito e seus canais são mais abertos. O Kandooma Thila, um pináculo no kandu de Biyadhoo, reúne tubarões-cinzentos, raias-águia e xaréus quando a corrente sai do atol. Cocoa Corner, o kandu de Guraidhoo e o kandu de Emboodhoo completam o programa.
A base econômica é Maafushi, ilha habitada a uns trinta quilômetros de Malé. Ali, a Maafushi Dive and Water Sports cobra US$ 50 por mergulho, com equipamento, barco, guia e impostos incluídos, US$ 430 por dez mergulhos e US$ 5 a mais pelo Nitrox. O hotel Kandooma Maldives, a poucos minutos de barco do thila, oferece um mergulho guiado por dia aos mergulhadores certificados que ficam pelo menos quatro noites.
A água fica a 28 °C de dezembro a fevereiro e a 30 °C em abril. A monção de nordeste, de dezembro a abril, traz o mar mais calmo e a melhor visibilidade, de 25 a 40 metros. De maio a novembro, o vento sudoeste levanta ondulação nas faces expostas, e o plâncton reduz a visibilidade a 15 ou 25 metros.
Os pontos de Malé Norte podem ser mergulhados desde o Open Water. O Kandooma Thila e os canais do sul pedem o Advanced, uma boia de sinalização e experiência em corrente. Em todo lugar, 30 metros é o limite legal.
Hulhumalé e Maafushi seguem a tarifa das ilhas habitadas: US$ 6 de taxa verde por noite nas pousadas de até 50 quartos, contra US$ 12 nos hotéis-ilha e nos barcos de cruzeiro. O transfer de lancha até o Kandooma leva 45 minutos desde o aeroporto e custa cerca de US$ 160 ida e volta. Maafushi é servida pelas lanchas públicas e pela balsa.
Hotéis, apartamentos e quartos nos arredores de Malé, de onde partem os mergulhos de Kandooma Thila, com os preços do momento.