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Visto de frente, um mergulhador de braços abertos plana sobre um denso cardume de vermelhos amarelos listrados de azul que cobre o recife, numa água azul profunda.

Banana Reef

MaldivasAtóis de MaléParedãoOpen Water

Banana Reef é um recife em forma de banana a 20 minutos de lancha de Malé, um dos primeiros pontos mergulhados das Maldivas. Seus jardins de coral descem de 3 a 15 metros e suas cavernas com gorgônias se abrem até 25 metros, um mergulho para Open Water quando a corrente permite.

Por que mergulhar em Banana Reef?

  • Área marinha protegida desde 27 de setembro de 1995, entre os quinze primeiros pontos protegidos do país
  • A 20 minutos de lancha de Malé e do aeroporto, para Open Water com mar calmo
  • Grutas, saliências e cavernas entre 10 e 25 metros, forradas de corais moles e gorgônias
  • Um cardume residente de peixes-bandeira, nuvens de vermelhos-de-listras-azuis, napoleões e tartarugas
  • Mergulho a US$ 65 saindo de Himmafushi, US$ 80 saindo de Hulhumalé

O ponto no mapa

Base: Malé, a 7 km em linha reta.

Ver os pontos ao redor no mapa

Banana Reef em imagens

Um grande cardume de peixes-bandeira listrados de preto e branco, com nadadeiras amarelas e longos filamentos brancos, acompanha uma encosta de coral à direita, numa água azul.
Um cardume de vermelhos amarelos com finas listras azuis se abriga sob um grande bloco de coral marrom, sobre um fundo de areia branca.
Um tubarão-cinzento-de-recife visto de perfil, dorso bronze, ventre branco e nadadeira caudal com borda preta, desliza sobre um recife de corais numa água azul.

O que você vai ver em Banana Reef?

Banana Reef vive antes de tudo dos seus cardumes. No leste do recife, na corrente, um enorme cardume residente de peixes-bandeira ocupa a coluna d'água; nas cavernas e sob as saliências, entre 10 e 25 metros, os vermelhos-de-listras-azuis formam nuvens amarelas ao redor das gorgônias, com peixes-lábio-doce-orientais, garoupas-gigantes, peixes-anjo, moreias e lagostas no fundo dos buracos. Os napoleões patrulham os paredões, um tubarão-cinzento-de-recife passa ao largo das rochas da ponta nordeste, e as barracudas-gigantes e os xaréus-gigantes caçam no fluxo. As tartarugas-de-pente pastam no platô, coberto de mesas de acrópora. Dois traços fazem a fama do ponto: a massa de peixes de recife e uma cobertura de corais ainda muito boa, com corais moles e gorgônias à frente, intacta nas paredes onde a corrente alimenta tudo o que se fixa ali.

Calendário de observação
EspécieJFMAMJJASONDObservação
O peixe-bandeiraperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalum enorme cardume residente no leste do recife, na corrente
O vermelho-de-listras-azuisperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalem nuvens amarelas nas cavernas e sob as saliências, entre 10 e 25 metros
O peixe-napoleãoperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalresidente, ao longo dos paredões e da face norte
O tubarão-cinzento-de-recifepossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelde passagem ao largo das rochas da ponta nordeste
A barracuda-gigantepossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelcaçando na corrente, com os xaréus-gigantes
A tartaruga-de-pentepossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelpossívelno platô, entre as mesas de acrópora
O peixe-lábio-doce-orientalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalem pequenos grupos ao abrigo das saliências
A garoupa-giganteperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalno fundo das cavernas, para procurar com lanterna
Moreiasperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalno fundo das cavernas, para procurar com lanterna
Lagostasperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalperíodo principalno fundo das cavernas, para procurar com lanterna

período principalpossívelraro

Como é o mergulho em Banana Reef?

O recife, com cerca de 300 metros de comprimento e orientado de norte a sul, tem a forma de uma banana curvada para o oeste. Os jardins de coral vão de 3 a 15 metros, os paredões, grutas, saliências e passagens de 15 a 30 metros, e o mergulho acontece entre 5 e 30 metros, o limite legal nas Maldivas. A visibilidade vai de 20 a 30 metros. A corrente é a única dificuldade: suave a moderada na maior parte do tempo, ela fica forte em alguns momentos e cria redemoinhos ao redor das saliências quando vem do leste. O setor leste, onde fica o cardume de peixes-bandeira, ganhou o apelido de "máquina de lavar". O ponto é aberto a Open Water com mar calmo, desde que você fique perto do guia; nos dias de corrente forte, os centros o reservam a mergulhadores à vontade. Boia de sinalização recomendada, computador obrigatório, sem descompressão.

Quando mergulhar em Banana Reef?

idealbomnão recomendado

O recife se mergulha o ano todo. A monção de nordeste, de dezembro a abril, traz o mar mais calmo e a melhor visibilidade, de 25 a 40 metros nos atóis de Malé; é a época para uma primeira viagem, e as condições continuam suaves até maio. De maio a novembro, a monção de sudoeste traz vento, ondulação e plâncton: a visibilidade cai para 15 ou 25 metros e as travessias de lancha ficam mais agitadas, mas nenhuma época fecha o ponto. A água da superfície varia pouco: 28 °C em dezembro e janeiro, 29 °C em março, 30 °C em abril, depois 28 a 29 °C de maio a novembro, com mínima mensal de 26,6 °C em dezembro. A fauna é residente: peixes-bandeira, vermelhos, napoleões e tartarugas não seguem calendário nenhum e aparecem em todo mergulho.

Como chegar a Banana Reef?

Banana Reef fica no leste do atol de Malé Norte, a 8 quilômetros a nordeste de Malé, perto das ilhas-hotel de Furanafushi e Kuda Kalhi e bem perto do aeroporto: 20 minutos de lancha a partir de Malé ou de Hulhumalé. A Dive Club Maldives, na praia de Hulhumalé, sai às 8h30 para um ou dois mergulhos e volta às 13h30: US$ 80 o mergulho com equipamento próprio, US$ 90 com aluguel, US$ 135 ou 145 os dois mergulhos, US$ 190 a 250 o dia de três mergulhos. Saindo da ilha habitada de Himmafushi, a 17 quilômetros ao norte de Malé (20 minutos de lancha pela Naseeb Express, três saídas por dia, cerca de US$ 20 a ida), a Himmafushi Scuba Adventure cobra US$ 65 o mergulho avulso, US$ 285 o pacote de cinco e US$ 15 por mergulho pelo aluguel completo. Os hotéis do sul do atol e os cruzeiros que saem de Malé também mergulham ali. O acesso ao ponto protegido é gratuito.

Hospedagem em Malé

Onde ficar perto de Banana Reef?

Hotéis, apartamentos e quartos nos arredores de Malé, com os preços do momento.

Como Banana Reef virou um dos primeiros pontos de mergulho das Maldivas?

As Maldivas se abriram ao mergulho nos anos 1970, e Banana Reef, ao alcance de um dhoni a partir de Malé e do aeroporto, foi um dos primeiros recifes explorados e o primeiro a ser preparado para mergulhadores. O nome vem do formato: visto de cima, o recife, com cerca de 300 metros de comprimento e orientado de norte a sul, se curva para o oeste como uma banana. Os maldívios o chamam de Gaathugiri ou Aiydhashugiri. Em 27 de setembro de 1995, o governo o declarou área marinha protegida junto com outros catorze pontos de mergulho, a primeira leva de proteção do país; o portal oficial das áreas protegidas ainda o mantém nesse status, sem taxa de entrada. A proteção preservou o que faz o seu valor: uma cobertura de corais muito boa, corais moles e gorgônias nas paredes, mesas de acrópora no platô, e uma massa de peixes de recife rara tão perto da capital.

Como é o mergulho em Banana Reef, da encosta à máquina de lavar?

A descida é pela encosta coberta de acróporas, e a corrente leva a deriva para o nordeste. Entre 10 e 25 metros se sucedem grutas, saliências e cavernas, forradas de corais moles e gorgônias, onde os vermelhos-de-listras-azuis se juntam às centenas com os peixes-lábio-doce, as garoupas-gigantes, as moreias e as lagostas. A face norte é a melhor parte do recife: na ponta nordeste, uma série de enormes rochas soltas serve de posto de espreita para os napoleões e para os tubarões-cinzentos de passagem; no noroeste, o recife avança e forma uma vasta caverna. Depois vem o leste e seu cardume residente de peixes-bandeira, na zona apelidada de máquina de lavar, porque a corrente forma redemoinhos ao redor das saliências. A subida é pelo platô para a parada de segurança, entre as mesas de coral e as tartarugas-de-pente.

Como fotografar e mergulhar em Banana Reef?

Banana Reef é um ponto de grande-angular: as saliências com gorgônias e um mergulhador na abertura, as mesas de acrópora logo abaixo da superfície, as nuvens de vermelhos amarelos contra o azul e o cardume de peixes-bandeira na corrente. Posicione-se na corrente, de frente para o cardume, e deixe os peixes virem; nunca se apoie no coral. A corrente dita a conduta: quando vem do leste, os redemoinhos ao redor das saliências podem desequilibrar um mergulhador pouco habituado, e o guia encurta a deriva. Cada um leva uma boia de sinalização, infla a boia antes de sair do fundo e termina o mergulho em grupo, com o barco recolhendo as duplas num setor por onde passam muitas embarcações. Não se desce abaixo dos 30 metros, é a lei nas Maldivas, e de qualquer forma o recife oferece o melhor entre 10 e 25 metros.

Nossa dica

Peça a face norte e a ponta nordeste, com suas grandes rochas e a grande caverna do noroeste. No setor leste, fique perto do guia, porque a corrente forma redemoinhos ao redor das saliências. Mergulhe de manhã, antes do vento e dos barcos.

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Créditos das imagens

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